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Felipe Gaspar

Sou Felipe Gaspar, natural de Porto Alegre, filho de funcionários públicos, formado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e  casado com a Marjorye Santana, advogada trabalhista, minha companheira de lutas e de ideais.

Comecei minha atuação política na Universidade, como Coordenador Geral do Centro de Estudantes de Ciências Sociais. Me filiei ao PDT, partido de Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola, atuando ativamente  na Juventude Socialista até chegar a Direção Municipal do Partido em Porto Alegre. 

A convergência da minha formação pessoal, estudantil e partidária propiciou-me uma nova visão de sociedade, pautada pelo desnudar da realidade. Essa que se apresenta  muito desigual, em nosso país, com seus altos índices de pobreza em contraste com a riqueza da produção agrícola.  

Nosso Brasil “aceitou” o papel subalterno na divisão internacional do trabalho de apenas produzir alimentos e commodities, em vez de lutar pelo desenvolvimento científico e tecnológico. Uma nação que “prefere” a improdutividade para garantir a riqueza de poucos ao invés de uma economia pulsante, que gere riqueza para todos não pode dar certo.

Para que essa realidade mude nós precisamos de um novo pacto social, que vise o desenvolvimento produtivo ligado a geração de empregos formais, condicionados ao aumento real dos salários dos trabalhadores, para que possamos estimular o mercado interno, principalmente o setor ligado a grandes cadeias produtivas com alto nível científico e tecnológico. Mas para que possamos criar essas grandes cadeias produtivas sofisticadas duas questões são essenciais: crédito subsidiado pelo Governo e  Educação pública de qualidade.

A educação pública deve conter uma política pedagógica capaz de emancipar os indivíduos, construindo a consciência cidadã do imperativo nacional, em vez do atual modelo de exclusão e  massificação da desigualdade pelo conhecimento. Acredito na máxima que cada cérebro que deixamos para trás nesse sistema excludente é equivalente a um poço de petróleo que sabemos que existe, mas fechamos. A Educação é a saída de nossa nação, somente ela em escala nacional e com altíssima qualidade e focada no acolhimento de TODOS os jovens é capaz de mudar a realidade. Como dizia Brizola “igualdade para todos, privilégio somente para as crianças”.

Outro ponto fundamental para mudar o Brasil é a necessidade de se redistribuir o bolo tributário nacional. As pessoas vivem nas cidades, é nelas que ocorrem todos os problemas cotidianos de emprego, transporte, segurança, saúde e etc. Diante disso quem está mais perto e por isso conhece melhor as reais necessidades da população são seus representantes locais (vereadores e Prefeitos) por isso os municípios devem ter uma parcela maior dos tributos. 

Precisamos de um projeto onde as pessoas sejam o centro de nossas atenções, no qual a educação deve ser parte central no desenvolvimento econômico e social, um projeto onde as pessoas sejam sujeitos da mudança, protagonistas de sua própria história e não apenas objetos de um sistema doentio. 

Acredito que a transformação precisa de um governo forte e comprometido sim, mas principalmente da participação ativa dos trabalhadores com representação nos espaços de controle social, que devem servir não apenas para fiscalizar mas propor politicas públicas. Pois, só a ampla participação social pode criar condições para mudança.

 Projeto Municipal 

 de desenvolvimento 

Porto Alegre precisa celebrar um projeto com metas prazos e objetivos, um projeto que olhe para os problemas e dificuldades da cidade e coloque as pessoas que moram na nela como centro das atenções.

Um projeto é sinônimo de planejamento que a muito falta em nossa cidade, precisamos ouvir a população, entender os problemas e montar um plano de desenvolvimento para a nossa cidade.

A cidade tem impacto direto na vida das pessoas por que é na cidade que as pessoas vivem, é na cidade que elas trabalham, é na cidade que elas pegam ônibus, os problemas da cidade afetam diretamente na vida dos moradores, por isso é preciso pensar no desenvolvimento local, com geração de empregos na cidade.

A educação é o principal pilar desse projeto para Porto Alegre. Nossa cidade que já foi referência para o Brasil quando Leonel Brizola foi prefeito na década de 60, hoje tem um dos piores índices de desenvolvimento da educação do país. O problema da educação de Porto Alegre não é financeiro, o problema da educação é de gestão: faltam metas, qualificações constantes dos professores, bonificação, profissionalização da carreira de diretor, acompanhamento individualizado dos alunos, combate à evasão escolar, alfabetização na idade certa, escolas de tempo integral...

Um grande exemplo de educação de qualidade vem de Sobral, uma pequena cidade do semiárido nordestino, que mesmo pobre e com muitas dificuldades, hoje tem nota 9,1 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), a melhor nota do país, enquanto Porto Alegre só atingiu míseros 4,9. A solução para a educação de Porto Alegre já existe, basta olhar o que Sobral fez, Porto Alegre precisa sobralizar a sua educação.

​Outro pilar muito importante é o incentivo ao empreendedorismo local, é preciso lançar linhas de credito para micro e pequeno empreendedor, de modo a estimular a geração de emprego e desenvolvimento local, mas mais do que isso essa linha de credito deveria estar atrelada a uma avaliação criteriosa levando em consideração fatores como: impacto na geração de empregos, viabilidade e desenvolvimento.

© 2020 Felipe Gaspar CNPJ: 38.774.066/0001-01| Todos os direitos reservados |

| Desenvolvimento: Alexsandro Bourscheid |

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